quarta-feira, 14 de maio de 2014

Resenha - Divergente (filme)

Fonte: http://divergentebrasil.com/



O filme Divergente é baseado no livro homônimo escrito por Veronica Roth. Se passa numa Chicago futurista, numa sociedade pós-guerra onde os habitantes são divididos em cinco facções, destinadas a manter o equilibrio da sociedade. As cinco facções são Abnegação, Erudição, Amizade, Audácia e Franqueza, cada qual encarregada de uma tarefa diferente na manutenção da sociedade. Ao completarem 16 anos, os jovens precisam escolher a qual facção pertencer, escolha que não pode ser revertida. Por isso, antes da Cerimônia de Escolha da facção os jovens são submetidos a um teste, que revela a qual facção estão mais aptos a pertencer. Ao completar 16 anos, Beatrice é submetida ao teste e sua avaliadora faz uma revelação surpreendente: Tris possui as qualidades de todas as facções, sendo assim considerada uma Divergente. A avaliadora pede que Beatrice guarde em segredo o resultado de seu teste. Mesmo não entendendo o porquê da preocupação, Beatrice guarda o segredo e na Cerimônia de Escolha entra na facção da Audácia, porém seu segredo acaba se revelando muito mais perigoso do que parecia de início.



 Opinião

O filme começa com uma apresentação futurística e utópica da nova sociedade. Todos vivem em paz e harmonia e não há grandes conflitos internos. O início do filme parece ser destinado a convencer o espectador de que aquele modelo de sociedade é o ideal para a humanidade, apenas para depois poder destruir essa ideia. Ao longo do filme, a sociedade passa a ser apresentada de maneira cada vez mais soturna, até chegar no ápice, onde se torna uma completa distopia, envolvendo guerras e disputas de poder. Tudo isso sem, claro, deixar de envolver um romance no meio. Outro ponto interessante apresentado no filme é o conceito de medo. Durante o filme diversas vezes as personagens recebem um soro que induz a pessoa a ter pesadelos com seus piores medos. Uma das qualidades principais dos Divergentes é o domínio do medo e a capacidade de notar de que "isso não é real" e escapar do pesadelo, levantando questões sobre a natureza psicológica dos medos.



Um comentário:

  1. Oi, guris. O blog está legal. Gostaria de mais registros fotográficos e de dois contos. Abraço

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