Apesar de todas as dificuldades do dia a dia, as pessoas têm direito para amar. Adolescentes também. Neste texto se encontra a história de uma menina, Ana Ana Paula, que tinha um sentimento muito forte por Pedro (não é o mesmo do blog!), seu colega. Desculpem-me pela linguagem vulgar, mas achei que o texto ficaria mais interessante dessa maneira.
Ana Paula é uma jovem um pouco diferente das outras. Ela praticava esportes, escutava música, porém não tinha muitos amigos, pois se identificava pouco com as pessoas ao seu redor. Seu desempenho escolar é impecável, com uma média de 9,7 em suas notas finais. Sua educação, elogiada por todos a sua volta.
Apesar disso, Ana se identificava com quatro pessoas, que tinham os mesmos pensamentos e ideias. Seus colegas, chamados Mateus, Denise e Pedro. Este, com quem tinha muito carinho e afeto. Em um trabalho escolar, Ana iria fazer uma montagem, junto com Pedro, com várias peças automobilísticas. Sem mais nem menos, Ana escutou um estouro da garagem aberta, onde Pedro estava.
- Pedro, o que aconteceu? Ouvi um estouro do meu quarto!
- Meu braço tá sangrando muito, chama alguém, rápido!
- Espera aí, te deita no chão, eu vou chamar uma ambulância! Puta merda, o que será que deu?
Denise e Mateus, que eram namorados, chegaram à casa de Pedro, assustados.
- O que é isso? Chama uma ambulância, Denise! - Grita Mateus.
Horas depois, no hospital, Pedro descobre que levou um tiro, de um homem que assaltava uma loja, na frente de sua casa. Ana, já puta da cara com o atendimento do hospital, ignora as normas do hospital e vai ao quarto de repouso de Pedro.
- Pedro, como tu tá, tudo bem? E teu braço, como tá?
- Tá melhor que antes, ao menos não dói tanto. Mas, calma aí, como tu entrou aqui? Eles não falaran que não podia entrar?
- Não me importo com as regras daqui, só queria te ver.
- Ana, eu tive pensando, quando vinha pro hospital, se a gente podia, sei lá, sair algum dia, ir pro cinema, quem sabe.
- Seria ótimo, mas e teu braço todo ferrado aí?
- Eu vou ficar ótimo, se tu continuar perto de mim.
Ana fica na frente de Pedro, e diz:
- Pedro, eu sempre te amei, te admiro muito, desculpa falar aqui, mas, queria te perguntar se a gente...
Pedro interrompe a frase de Ana com um beijo apaixonado, e diz:
- Eu também, mas eu tinha medo de dizer algo e ficar mal com uma resposta negativa tua.
- Pedro, eu preciso ir, senão eles vão me tirar daqui. Tchau, a gente se fala outra hora.
Pedro, surpreso com a declaração de Ana, foi descansar, se sentindo muito melhor do que quando veio para o hospital. De alguma forma, a recuperação de Pedro foi extremamente rápida, saindo do hospital em poucos dias. Quando Pedro foi encontrar Ana, a primeira coisa que ele disse foi:
- Ana, queria te perguntar uma coisa.
- Pode perguntar.
- Quer namorar comigo?
Esse texto foi escrito por mim, Maio de 2014. Apesar de não ter muitos fatos polêmicos e surpreendentes, ficou um conto interessante e bom de ler, na minha opinião. Obrigado pela leitura.
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